O percurso tem início na aldeia de Sarzedas, junto à Capela de Santo António, numa primeira parte urbana onde é possível apreciar as ruas ladeadas de casas brasonadas.

Chegados à Capela de São Sebastião percorre-se uma calçada romana até ao Campanário e Igreja Matriz. Ainda na vila segue-se em direção à Fonte, local onde antigamente os habitantes iam buscar água e onde ainda existe um lavadouro.

A partir daqui entra-se num ambiente natural através de uma pequena vereda que atravessa pinheiros, sobreiros e carvalhos até chegar a Almoinhas e Rapoula. Encontra-se então o “Monte dos Afonsos”, lugar onde habitou uma família com este nome e onde o casario de xisto se mantém muito bem conservado.

A próxima paragem é em Gatas, que oferece uma vista deslumbrante sobre a Ribeira da Magueija e os campos ainda cultivados nas suas margens, onde oliveiras seculares adornam pequenas hortas. É aqui que se situam as antigas minas de volfrâmio, que segundo os antigos relatos, era vendido para a Alemanha na altura da II Guerra Mundial.

Avançando mais um pouco consegue-se vislumbrar todo o Vale da Santa, onde fica a Capela de Santa Maria Madalena. Ao longo da descida é possível encontrar vestígios da antiga exploração mineira. É então que surge a Fonte Santa, assim chamada porque a água nunca seca e também porque lhe são reconhecidos milagres.

A partir daqui o percurso é feito entre hortas, riachos e ribeiros. Já próximo do final atravessa-se um carvalhal com árvores seculares até chegar ao local de partida.

NOTA: O percurso deve ser feito no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.

Fonte e Fotos Câmara Municipal de Castelo Branco

 

ROTA

Início e fim

Coordenadas: 

Épocas aconselhadas: Todo o ano. 

 

DOCUMENTAÇÃO

Folheto informativo: aqui.

 

CONTACTOS ÚTEIS

Posto de Turismo de Castelo Branco: 272 330 339

GNR (Castelo Branco): 272 340 900

Bombeiros Voluntários de Castelo Branco: 272 342 122

14,8Km Distância
Circular Tipo
4h20m Duração
273 Altitude Mínima
420 Altitude Máxima
Médio Dificuldade

 

NOTA Os caminhos dos percursos e a sinalética dos mesmos estão sujeitos ao desgaste provocado por vários fatores. Por prudência, a iNature recomenda o contacto com as entidades responsáveis pelos percursos para apurar o estado de conservação dos caminhos e da sinalética. Uma caminhada agradável começa na segurança da mesma.